21/03 – Síndrome de Down

21/03 – Síndrome de Down

Na maior parte das vezes essa notícia é dada poucas horas após o nascimento da criança, com exames genéticos e físicos realizados por um profissional especialista no assunto e é nesse momento que muitas incertezas, medos e insegurança podem surgir, e se você está passando por isso, não se preocupe, sentir isso é normal.

 

Em alguns casos os pais já estão preparados para essa situação desde o pré natal, onde são realizados diversos tipos de exames, inclusive para detectar se o feto é Down, entretanto ainda não é 100% conclusivo, sendo assim, não é raro encontrar pais que fizeram todos os exames e são surpreendidos na hora do parto. Assim como todo e qualquer bebê recém-nascido é necessário um bom pediatra, e neste caso especialista em Síndrome de Down, pois assim os pais terão todas as dúvidas esclarecidas e certamente, seus medo e inseguranças superados.

 

O DNA de um bebê possui  23 cromossomos da mãe e 23 cromossomos do pai, no caso de um bebê Down, ele recebe um cromossomo extra, geralmente no par 21, este tipo de acontecimento leva o nome de trissomia, inclusive é por este motivo que o dia 21/03 foi estrategicamente escolhido como o dia internacional da Síndrome de Down. É importante entender que não é uma doença, e que a criança irá se desenvolver no seu tempo como qualquer outra, infelizmente crianças com down tem o seu potencial subestimado, em outras palavras a criança irá andar, falar, comer, estudar, ir a universidade, namorar e até mesmo casar, porém no seu tempo!

 

Eles precisam de mais estímulo para aperfeiçoar suas habilidades, e por este motivo é extremamente importante que os pais e familiares façam atividades lúdicas, brincadeiras e jogos pedagógicos, que além de auxiliarem no aprendizado, ajudam a criança a se expressar e interpretar situações. Um detalhe interessante é que hoje, no Brasil, existem pelo menos 25 alunos com síndrome de Down estudando em cursos superiores não adaptados, o que reforça que possuem a capacidade como qualquer outro estudante.

 

Diferente do autismo, a síndrome de down não possui  graus, o desenvolvimento tem como base a educação e estímulos do meio em que a criança vive. A superproteção e excesso de

cuidados são os inimigos do crescimento emocional, social e intelectual da criança.

 

 

Jogos digitais lúdicos

 

Os Jogos Educacionais são simulações ou games que tornam possível a experiência e o contato com algum assunto específico. Eles funcionam como uma ferramenta complementar na educação e até mesmo treinamento, entretanto o processo de aprendizagem da pessoa com Down é um pouco diferente, porém envolve paciência, estímulos e amor.

 

Além de utilizar métodos interativos e tecnológicos para estimular pessoas com Down, é possível usar essas ferramentas para mostrar na prática a inclusão e explicar o desenvolvimento dessas pessoas, tanto para seus familiares quanto para os futuros colegas de trabalho.

 

Empresas como a Webnauta, são focadas na produção de objetos educacionais, como jogos interativos, para instituições de ensino e empresas, trabalhando com diversas ferramentas que podem ser utilizadas no processo de conhecimento e inclusão de pessoas com Down, através do conceito de gamificação em suas criações, com o objetivo de criar engajamento, diversão, aproveitamento, entusiasmo, interesse e, no caso de e-Learning, aprendizado.

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